Tempo sem desperdício.
Trabalho sem desânimo.
Estudo sem cansaço.
Oração sem inércia.
Alimentação sem abuso.
Tranqüilidade sem preguiça.
Alegria sem desordem.
Distração sem vício.
Fé sem fanatismo.
Disciplina sem violência.
Firmeza sem arrogância.
Amor sem egoísmo.
Ajuda sem paga.
Realização sem jactância.
Perdão sem exigência.
Dificilmente libertar-nos-emos da ilusão
que nos confunde a vida, se fugirmos de
palmilhar esses caminhos retos, rumo à Imortalidade Triunfante. (Do livro Ideal Espírita, André Luiz)
(Francisco Cândido Xavier)
quarta-feira, 12 de junho de 2013
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Savatage - Edge Of Thorns
O início
Inicialmente sob o nome Metropolis e, logo depois, em 1983, Avatar, a banda passou a chamar-se Savatage2 devido a problemas judiciais, logo após o lançamento do primeiro single denominado City Beneath The Surface, e pouco antes de lançar o primeiro álbum, batizado de Sirens em 1983. No ano seguinte, lançaram Dungeons Are Calling e assinaram com a Atlantic Records. Em 1985 a banda lança Power of The Night, e sai em turnê pela primeira vez. Em 1986 Keith Collins deixa a banda e Johnny Lee Middleton assume a condição de baixista. Produzem e lançam o álbum Fight for the Rock, e também viajam para a Europa em turnê abrindo os shows da banda Motorhead.
O sucesso
Hall of the Mountain King é lançado em 1987, contendo a primeira sinfonia instrumental do Savatage chamada Prelude To Madness. Neste mesmo ano, a banda grava o seu primeiro videoclipe para a música Hall of The Mountain King. No ano de 1988 o Savatage sai em turnê pelos Estados Unidos ao lado das bandas Dio e Megadeth, e o guitarrista Chris Caffery é contratado pela banda. 1989 é o ano de lançamento do álbum Gutter Ballet, primeiro álbum do Savatage com dois guitarristas. Em 1990 partem para uma turnê mundial ao lado das bandas King Diamond e Testament, ao final da qual Chris Caffery abandona a banda. Em 1991 a banda lança o seu primeiro álbum conceitual, o magnífico Streets.
Letra> Tradução
Abismo de Espinhos (Edge Of Thorns)
Uma oferenda de razões
Nós colocamos todas elas em jogo
Uma cobertura de traições
Que uma a uma deixamos escapar
Uma dançarina solitária
Perdida em cima de seu palco
Eu vi você no limiar do amanhecer
Senti você antes que nascesse
Equilibrei seus sonhos sobre o abismo de espinhos
Mas eu não penso mais em você
Um estudo feito do inverno
De verões passados
E sonhos que costumavam brilhar
Salvos agora escondidos sobre a neve
E então nós terminamos o capítulo
E deixamos as luzes do palco se apagarem
Eu vi você no limiar do nascer do sol
Senti você antes que nascesse
Equilibrei seus sonhos Sobre a beirada de espinhos
Mas eu não penso mais em você
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Brasileiros e...Ditados Populares
Selecionei algumas frases, que ficaram em nosso vocabulário com o passar dos anos, sendo muito utilizadas ainda na atualidade, o que denominamos, "Ditados Populares".
- Quem jura é quem mais mente.
- Um dia da caça, o outro do caçador.
- Com coisas sérias não se brinca.
- Manda quem pode, obedece quem deve.
- As aparências iludem.
- Para o bom entendedor meia palavra basta.
- Quando um não quer, dois não discutem.
- Com tempo tudo se cura.
- O homem prevenido vale por dois.
- Não há crime sem lei.
- Os opostos se unem.
- Águas passadas não movem moinho.
- Muito se engana quem julga.
- Mais vale perder um minuto na vida do que a vida num minuto.
- Uma andorinha só não faz, verão.
- Quem ama o feio, bonito lhe parece.
- Deus dá a farinha e o diabo fura o saco.
- Vassoura nova é que varre bem.
- Quem procura sempre acha, se não um prego, uma tacha.
- Deus dá o frio conforme o cobertor.
- Longe da vista, longe do coração.
- Caiu do cavalo.
- Tudo que não mata engorda.
- Cautela e caldo de galinha nunca fez mal a ninguém.
- Touro em pasto alheio é vaca.
- Camarão que dorme a onda leva.
- Briga de marido e mulher, ninguém mete a colher.
- Ovelha negra da família.
- A intenção é que conta.
- Tal pai, tal filho.
- Quem dorme com criança acorda molhado.
- Quem não chora não mama.
- Ninguém nasce sabendo.
- Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.
- A corda sempre arrebenta do lado mais fraco.
- Saco vazio não para em pé.
- O que os olhos não veem, o coração não sente.
- As más notícias chegam depressa.
- Mais vale prevenir que remediar.
- Panela que muitos mexem, não toma tempero.
- Em boca fechada não entra mosca.
- Existem pessoas que nascem sorrindo, vivem fingindo e morrem mentindo.
- Feliz no jogo, infeliz nos amores.
- Quem ri por último, ri melhor.
- Cão que late não morde.
- Homem prevenido vale por dois.
- Águas passadas não movem o moinho.
- Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
- Quem tem boca vai a Roma.
- Quem com ferro fere, com ferro será ferido.
- Em terra de cego, quem tem um olho é rei.
- Em boca calada, não entra mosquito.
- Beleza não põe mesa.
- O apressado come cru.
- A pressa é inimiga da perfeição.
- Amor com amor se paga.
- À noite, todos os gatos são pardos.
- A união faz a força.
- Em casa de ferreiro, o espeto é de pau.
> Ditado popular é uma frase de popular, com um texto mínimo de autor anônimo que é várias vezes repetido e se baseia no senso comum de um determinado meio cultural, como por exemplo: “O seguro morreu de velho”. Ditado é a expressão que se mantém imutável através dos anos, constituindo uma parte importante de cada cultura.(Fonte:PDF)
- Quem jura é quem mais mente.
- Um dia da caça, o outro do caçador.
- Com coisas sérias não se brinca.
- Manda quem pode, obedece quem deve.
- As aparências iludem.
- Para o bom entendedor meia palavra basta.
- Quando um não quer, dois não discutem.
- Com tempo tudo se cura.
- O homem prevenido vale por dois.
- Não há crime sem lei.
- Os opostos se unem.
- Águas passadas não movem moinho.
- Muito se engana quem julga.
- Mais vale perder um minuto na vida do que a vida num minuto.
- Uma andorinha só não faz, verão.
- Quem ama o feio, bonito lhe parece.
- Deus dá a farinha e o diabo fura o saco.
- Vassoura nova é que varre bem.
- Quem procura sempre acha, se não um prego, uma tacha.
- Deus dá o frio conforme o cobertor.
- Longe da vista, longe do coração.
- Caiu do cavalo.
- Tudo que não mata engorda.
- Cautela e caldo de galinha nunca fez mal a ninguém.
- Touro em pasto alheio é vaca.
- Camarão que dorme a onda leva.
- Briga de marido e mulher, ninguém mete a colher.
- Ovelha negra da família.
- A intenção é que conta.
- Tal pai, tal filho.
- Quem dorme com criança acorda molhado.
- Quem não chora não mama.
- Ninguém nasce sabendo.
- Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.
- A corda sempre arrebenta do lado mais fraco.
- Saco vazio não para em pé.
- O que os olhos não veem, o coração não sente.
- As más notícias chegam depressa.
- Mais vale prevenir que remediar.
- Panela que muitos mexem, não toma tempero.
- Em boca fechada não entra mosca.
- Existem pessoas que nascem sorrindo, vivem fingindo e morrem mentindo.
- Feliz no jogo, infeliz nos amores.
- Quem ri por último, ri melhor.
- Cão que late não morde.
- Homem prevenido vale por dois.
- Águas passadas não movem o moinho.
- Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
- Quem tem boca vai a Roma.
- Quem com ferro fere, com ferro será ferido.
- Em terra de cego, quem tem um olho é rei.
- Em boca calada, não entra mosquito.
- Beleza não põe mesa.
- O apressado come cru.
- A pressa é inimiga da perfeição.
- Amor com amor se paga.
- À noite, todos os gatos são pardos.
- A união faz a força.
- Em casa de ferreiro, o espeto é de pau.
> Ditado popular é uma frase de popular, com um texto mínimo de autor anônimo que é várias vezes repetido e se baseia no senso comum de um determinado meio cultural, como por exemplo: “O seguro morreu de velho”. Ditado é a expressão que se mantém imutável através dos anos, constituindo uma parte importante de cada cultura.(Fonte:PDF)
domingo, 19 de maio de 2013
Antonio Vivaldi - Gloria RV 589 - "Gloria in excelsis Deo"
Coro da Universidade de Pisa
Orquestra de Câmara da Toscana
Federica Nardi, soprano
Sara Bacchelli, alto
Antonio Aiello, violino
Simone Calcinai, violino
Stefano Barandoni, diretor
Antonio Lucio Vivaldi (Veneza, 4 de março de 1678 — Viena, 28 de julho de 1741) foi um compositor e músico italiano do estilo barroco tardio. Tinha a alcunha de il prete rosso ("o padre ruivo") por ser um sacerdote católico de cabelos ruivos. Compôs 770 obras, entre as quais 477 concertos e 46 óperas. É sobretudo conhecido popularmente como autor da série de concertos para violino e orquestra Le quattro stagioni ("As Quatro Estações").
Biografia
Filho de Camilla Calicchio e Giovanni Battista, Vivaldi era o mais velho de sete irmãos. Seu pai, um barbeiro, mas também um talentoso violinista (alguns chegam a considerá-lo como um virtuoso), ajudou-o a iniciar uma carreira no mundo da música, matriculando-o ainda pequeno, na Capela Ducal de São Marcos para aperfeiçoar seus conhecimentos musicais e foi responsável pela sua admissão na orquestra da Basílica de São Marcos, onde se tornou o maior violinista do seu tempo.
Movimentos > Gloria RV 589
> Gloria in excelsis Deo (Chorus)
Et in terra pax (Chorus)
Laudamus te (Sopranos I and II)
Gratias agimus tibi (Chorus)
Propter magnam gloriam (Chorus)
Domine Deus (Soprano)
Domine, Fili unigenite (Chorus)
Domine Deus, Agnus Dei (Contralto and Chorus)
Qui tollis peccata mundi (Chorus)
Qui sedes ad dexteram Patris (Contralto)
Quoniam tu solus sanctus (Chorus)
Cum Sancto Spiritu (Chorus)
Assinar:
Postagens (Atom)

